Com a pandemia, o seguro de vida passou de produto pouco lembrado para prioridade na proteção financeira das famílias. Segundo reportagem do Valor Econômico, o segmento teve uma “temporada de recordes” em 2023, com crescimentos expressivos graças à diversificação dos produtos, inclusão de assistências extras e uso de tecnologias avançadas
Números que chamam atenção
- 48% do total arrecadado em seguros de pessoas veio do segmento de vida, em um setor que cresceu 8% no ano, totalizando R$ 62,5 bilhões
- Esse foi o 7º ano seguido de alta no ramo, impulsionado pela nova percepção de risco da sociedade após a pandemia .
O que mudou no seguro de vida?
1. Produtos mais flexíveis
Companhias lançaram soluções que vão além da cobertura básica por morte: agora oferecem diárias hospitalares, invalidez, doenças graves e assistências como telemedicina, suporte jurídico e psicológico
2. Digitalização total
Ferramentas como assistentes virtuais (AVI da Icatu, Maitê da Mapfre) e canais de venda 100% digitais facilitaram o acesso ao seguro, com cotações por WhatsApp e contratação on‑line
3. Foco em “uso em vida”
Cresceu a oferta de seguros que protegem não só após a morte, mas também durante a vida, com coberturas para doenças graves (até 32 tipos), acidentes, invalidez e hospitalizações
Quem está contratando?
- Público jovem e famílias: identifica-se com coberturas personalizadas e preços acessíveis, em complemento ao INSS
- PMEs: usam o seguro de vida como benefício para atrair e reter talentos — houve crescimento de 50% em contratações por essas empresas
- Geração “sandwich”: pessoas na faixa dos 40 anos, que cuidam de filhos e pais idosos, buscam coberturas amplas que protejam a família como um todo .
Por que agora?
- A pandemia trouxe reflexões sobre risco e necessidade de planejamento financeiro para o inesperado
- Novos modelos tecnológicos permitem que o seguro seja mais personalizado, prático e assertivo.
- A integração de coberturas “em vida” tornou o produto relevante também para cuidados preventivos.
O que a Ziba Seguros indica para você?
- Entenda seu perfil: renda, idade, dependentes e objetivos moldam a cobertura ideal: risco de morte, acidentes, doenças graves ou invalidez.
- Avalie “em vida”: seguros com cobertura durante a vida podem ajudar em tratamentos, internações e suporte ao diagnóstico.
- Compare preços com inteligência: há opções a partir de valores acessíveis — alguns planos saem por menos de R$ 15 mensais
- Prefira cobertura digital: assistências online, telemedicina e contratação via WhatsApp garantem rapidez e conveniência.
- Considere o benefício para colaboradores: PMEs estão investindo cada vez mais nisso — e podem ter condições especiais
✅ Conclusão
O mercado de seguro de vida está se transformando: moderno, digital e focado em proteção ampla — tanto após a morte quanto em vida. No novo cenário, ele se torna peça-chave no planejamento financeiro tanto de pessoas quanto de empresas.
Procura orientação para montar um seguro alinhado ao seu momento de vida ou negócios?



